SLIDE 06
ESTE É UM PILAR QUE EMPREENDE A CONSTRUÇÃO DE PENSAMENTOS, DE FORMA QUE O SER POSSA LER O MUNDO E BUSQUE TRANSFORMÁ-LO. NESSE SENTIDO PODEMOS VER QUE: O PROCESSO DE ARENDIZAGEM É INFINITO E ENRIQUECE-SE COM QUALQUER TIPO DE ESPERIÊNCIA. OBTENDO GRANDE ÊXITO QUNTO CONTA COM A MOTIVAÇÃO DE PROFESSORES QUE BUSAM O DESPERTAR DOS ALUNOS, TRANSMITINDO A NESSECIDADE DE INICIATIVA E BASES QUE OS TORNARÃO CAPAZES DE CONTINUAR A APRENDER EM TODOS OS CAMPOS E AO LONGO DA VIDA. O EDUCADOR DEVE MOSTRAR QUE PARA SE ALCANÇAR CRESCIMENTO, É PRECISO SER REFLEXIVO E CRÍTICO. O PROFESSOR QUE ENSINA COM AMOR, FARÁ MUITOS ABRAÇAREM A CULTURA E TORNÁ-LA UM CAMINHO DE SUCESSO.
SLIDE 07
A APREENSÃO DE CONHECIMENTOS OCORRE ATRAVÉS DE PROCESSOS COGNITIVOS, ATRELADOS AO PRAZER DE DESCOBRIR, COMUNICAR-SE E REFLETIR. DENTRE OS PROCESSOS COGNITIVOS, TEMOS: A COMPREENSÃO, O RACIOCÍNIO LÓGICO, A DEDUÇÃO E A MEMÓRIA, ONDE O SER BUSCA ENTENDER O MUNDO. NOTA-SE QUE ESTE É UM PILAR QUE INCENTIVA A BUSCA DO NOVO E DO REAL, A INTERAÇÃO, DESPERTA A INTELECTUALIDADE E PROMOVE AUTONOMIA DE DISCERNIR, TENDO A CIÊNCIA COMO AMIGA PARA A VIDA, POR QUE O ENCANDEAMENTO DO PENSAMENTO NECESSITA DESSA UNIÃO. ASSIM, APRENDER A CONHECER É APRENDER A APRENDER, SEJA NO CAMPO PESSOAL OU PROFISSIONAL, SENDO QUE ESTE É UM PROCESSO ETERNO, QUE DEVE SER PRIORIDADE PARA DOCENTES, ALUNOS E SEUS FAMILIARES, CONTANDO COM INCENTIVO GOVERNAMENTAL JUSTO, SURGINDO UMA SOCIEDADE DIGNA SEMEADA COM OS ESFORÇOS DE TODOS, POIS PARA ENFRENTAR TEMPOS INCERTOS DA EDUCAÇÃO SÃO NECESSÁRIOS: FORÇA DE VONTADE E UNIÃO; PARA QUE OUTROS PROFESSORES NÃO CAIAM NO DESALENTO. É PRECISO ACREDITAR QUE A TEÓRIA SE TORNARÁ PRÁTICA.
Falando de tudo na hora que der na telha, igual aquela galerinha que fica no fundo da sala de aula. Aqui só não tem puxão de orelha.
sábado, 27 de setembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
ATENÇÃO
Turma não esqueçam que o ultimo dia da avaliação do ava é dia 16/10/2008 e ja tem nota de psicologia fechada...xerooo
Dissertação
Os Quatro Pilares e o Papel da Educação.
A educação é fator primordial para a sociedade, pois melhora o nível cultural da população e aborda o aperfeiçoamento individual e profissional, além de promover movimentos científicos e busca da realização humana, pois ensina a enfrentar tempos incertos e a ter harmonia com o mundo, ou seja, promove interação baseada no conhecimento, o qual torna o ser humano crítico e reflexivo, expandindo seus horizontes e ampliando a visão participativa do mesmo na sociedade, para isso se torna necessário a cooperação de todos, partindo dos professores assumirem o compromisso de ensinar para transformar com amor e disciplina, contando com justo auxílio governamental e interação das famílias dos discentes.
“ Se um sonho puder ser sonhado por muitos deixará de ser um sonho e se tornará uma realidade” (GADOTTI, 2003, p.12).
A UNESCO fundamentou a educação em quatro pilares, os quais são entitulados: Aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros e aprender a ser.
Aprender a conhecer ou aprender a aprender, refere-se à apreensão de conhecimentos através de processos cognitivos, como: compreensão, raciocínio lógico, dedução e memória. Vale ressaltar, que através desse pilar o indivíduo também compreende o mundo, desenvolve capacidade profissional e de comunicação, encontrando o prazer de descobrir, pois o aumento dos saberes permite melhor compreensão da realidade, desperta a intelectualidade, promove autonomia de discernir reflexivamente e criticamente, tendo a ciência como fonte primordial de crescimento e estando sempre aberto a cultura geral, pois o encandeamento do pensamento necessita de ambos. O processo de aprendizagem do conhecimento é infinito e enriquece-se com qualquer tipo de experiência, sendo bem sucedido quando conta com a motivação dos professores em busca do despertar dos alunos e quando conseguem transmitir a necessidade da iniciativa e as bases que tornarão os alunos capazes de continuar a aprender em todos os campos e ao longo da vida, sempre filtrando o que é transmitido pela cultura em massa, que em muitos casos trazem alienação.
Educadores experientes não estimulam ultrapassar barreiras exteriores e sim obstáculos secretos. Não levam apenas informações, mas estimulam a intelectualidade e o discernimento, como propôs Augusto Cury (2003).
O aprender a fazer não pode ser separado do aprender a conhecer, porém aplica-se primordialmente na formação técnico-profissional do educando, sendo descrito como ação, ou seja, colocar em prática os conhecimentos teóricos adquiridos, tendo como referencial a comunicação e usando a reflexão porque é necessária para fazer fluir o saber e não o dado, a informação ou o puro conhecimento, pois no ato de educar deve-se construir um sentido para a vida das pessoas, tornando o aprendiz capaz de construir conhecimento e aplica-lo ao longo de sua caminhada pessoal e profissional, obtendo discernimento para agir diante das diferentes perspectivas, tempos incertos e crescente avanço tecnológico. Assim ressalta-se que o aprender a fazer deve ter foco numa aprendizagem permanente e que construa sentidos de cooperação e organização e busque aperfeiçoar as técnicas implícitas, as quais se ligam mais estreitamente ao campo profissional.
Aprender a viver com os outros é um pilar que tende a promover a compreensão da pluralidade das pessoas e mostrar que não é preciso que todos sejam iguais para conviver de maneira respeitosa e humanista. Este é um dos grandes desafios para serem enfrentados pela educação, de modo que cabe a mesma potencializar o convívio em grupo e conscientizar o educando sobre a diversidade sociocultural em que ele esta inserido. Este convívio deve se dar desde a sua infância para que de fato venha amadurecer e compreender a idéia de diversidade da sociedade. O convívio é uma atividade complexa, que vem marcando desde o início da história da humanidade de maneira desastrosa, influenciando e provocando conflitos de várias espécies, e estes vêm tornando-se uma grande barreira para a paz e o entendimento dos povos do mundo. Aprender a conviver é muito importante, pois só assim será possível a construção de uma sociedade respeitosa para se viver. É com a educação que o educando compreenderá que o diferente é simplesmente desconhecido e com o convívio ele desmistificará o preconceito sobre a diferença. O desenvolvimento do convívio se faz necessário para que haja a descoberta progressiva do outro e a prática de objetivos comuns, pois com a proximidade o ambiente estará favorável a um entendimento e delimitações de diferenças tornando o convívio aceitável.
Aprender a ser depende diretamente dos pilares abordados acima, onde a educação deve contribuir para o desenvolvimento total da pessoa - espírito e corpo, inteligência, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade pessoal, espiritualidade. Todo ser humano deve ser preparado, especialmente graças à educação que recebe na juventude, para elaborar pensamentos autônomos e críticos e para formular os seus próprios juízos de valor, de modo a poder decidir, por si mesmo, como agir nas diferentes circunstâncias da vida.
Com base nos quatro pilares do conhecimento, podem-se prever grandes conseqüências na educação. O ensino-aprendizagem voltado apenas para a absorção de conhecimento deverá dar lugar ao ensinar a pensar, saber comunicar-se e pesquisar, ter raciocínio lógico, fazer sínteses e elaborações teóricas, ser independente e autônomo; enfim, ser socialmente competente, usando o diálogo, relacionando o tema com a experiência do estudante e de outros personagens do contexto social, envolvendo os discentes num processo que conduz a resultados, conclusões ou compromisso com a prática, oferecendo um processo de auto-aprendizagem e co-responsabilidade e utilizando o jogo pedagógico com o princípio de construir o texto.
Presencia-se um momento muito importante no país, o da demanda por educação, que, ao crescer, faz com que sociedade e instituições, em uníssono, movimente-se no atendimento a essa urgência nacional. Essa é uma tarefa importante e é isso que se espera que o Brasil faça, pois é rico em materiais e idéias. É preciso pôr em prática todos os estudos e projetos para a modernização da educação. Para mudar a história e lograr conquistas, precisa-se ousar em cortar as cordas que impedem o próprio crescimento, exercitar a cidadania plena, aprender a usar o poder da visão crítica, entender o contexto desse mundo, ser o ator da própria história, cultivar o sentimento de solidariedade, lutar por uma sociedade mais justa e solidária e, acima de tudo, acreditar sempre no poder transformador da educação.
A educação é fator primordial para a sociedade, pois melhora o nível cultural da população e aborda o aperfeiçoamento individual e profissional, além de promover movimentos científicos e busca da realização humana, pois ensina a enfrentar tempos incertos e a ter harmonia com o mundo, ou seja, promove interação baseada no conhecimento, o qual torna o ser humano crítico e reflexivo, expandindo seus horizontes e ampliando a visão participativa do mesmo na sociedade, para isso se torna necessário a cooperação de todos, partindo dos professores assumirem o compromisso de ensinar para transformar com amor e disciplina, contando com justo auxílio governamental e interação das famílias dos discentes.
“ Se um sonho puder ser sonhado por muitos deixará de ser um sonho e se tornará uma realidade” (GADOTTI, 2003, p.12).
A UNESCO fundamentou a educação em quatro pilares, os quais são entitulados: Aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros e aprender a ser.
Aprender a conhecer ou aprender a aprender, refere-se à apreensão de conhecimentos através de processos cognitivos, como: compreensão, raciocínio lógico, dedução e memória. Vale ressaltar, que através desse pilar o indivíduo também compreende o mundo, desenvolve capacidade profissional e de comunicação, encontrando o prazer de descobrir, pois o aumento dos saberes permite melhor compreensão da realidade, desperta a intelectualidade, promove autonomia de discernir reflexivamente e criticamente, tendo a ciência como fonte primordial de crescimento e estando sempre aberto a cultura geral, pois o encandeamento do pensamento necessita de ambos. O processo de aprendizagem do conhecimento é infinito e enriquece-se com qualquer tipo de experiência, sendo bem sucedido quando conta com a motivação dos professores em busca do despertar dos alunos e quando conseguem transmitir a necessidade da iniciativa e as bases que tornarão os alunos capazes de continuar a aprender em todos os campos e ao longo da vida, sempre filtrando o que é transmitido pela cultura em massa, que em muitos casos trazem alienação.
Educadores experientes não estimulam ultrapassar barreiras exteriores e sim obstáculos secretos. Não levam apenas informações, mas estimulam a intelectualidade e o discernimento, como propôs Augusto Cury (2003).
O aprender a fazer não pode ser separado do aprender a conhecer, porém aplica-se primordialmente na formação técnico-profissional do educando, sendo descrito como ação, ou seja, colocar em prática os conhecimentos teóricos adquiridos, tendo como referencial a comunicação e usando a reflexão porque é necessária para fazer fluir o saber e não o dado, a informação ou o puro conhecimento, pois no ato de educar deve-se construir um sentido para a vida das pessoas, tornando o aprendiz capaz de construir conhecimento e aplica-lo ao longo de sua caminhada pessoal e profissional, obtendo discernimento para agir diante das diferentes perspectivas, tempos incertos e crescente avanço tecnológico. Assim ressalta-se que o aprender a fazer deve ter foco numa aprendizagem permanente e que construa sentidos de cooperação e organização e busque aperfeiçoar as técnicas implícitas, as quais se ligam mais estreitamente ao campo profissional.
Aprender a viver com os outros é um pilar que tende a promover a compreensão da pluralidade das pessoas e mostrar que não é preciso que todos sejam iguais para conviver de maneira respeitosa e humanista. Este é um dos grandes desafios para serem enfrentados pela educação, de modo que cabe a mesma potencializar o convívio em grupo e conscientizar o educando sobre a diversidade sociocultural em que ele esta inserido. Este convívio deve se dar desde a sua infância para que de fato venha amadurecer e compreender a idéia de diversidade da sociedade. O convívio é uma atividade complexa, que vem marcando desde o início da história da humanidade de maneira desastrosa, influenciando e provocando conflitos de várias espécies, e estes vêm tornando-se uma grande barreira para a paz e o entendimento dos povos do mundo. Aprender a conviver é muito importante, pois só assim será possível a construção de uma sociedade respeitosa para se viver. É com a educação que o educando compreenderá que o diferente é simplesmente desconhecido e com o convívio ele desmistificará o preconceito sobre a diferença. O desenvolvimento do convívio se faz necessário para que haja a descoberta progressiva do outro e a prática de objetivos comuns, pois com a proximidade o ambiente estará favorável a um entendimento e delimitações de diferenças tornando o convívio aceitável.
Aprender a ser depende diretamente dos pilares abordados acima, onde a educação deve contribuir para o desenvolvimento total da pessoa - espírito e corpo, inteligência, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade pessoal, espiritualidade. Todo ser humano deve ser preparado, especialmente graças à educação que recebe na juventude, para elaborar pensamentos autônomos e críticos e para formular os seus próprios juízos de valor, de modo a poder decidir, por si mesmo, como agir nas diferentes circunstâncias da vida.
Com base nos quatro pilares do conhecimento, podem-se prever grandes conseqüências na educação. O ensino-aprendizagem voltado apenas para a absorção de conhecimento deverá dar lugar ao ensinar a pensar, saber comunicar-se e pesquisar, ter raciocínio lógico, fazer sínteses e elaborações teóricas, ser independente e autônomo; enfim, ser socialmente competente, usando o diálogo, relacionando o tema com a experiência do estudante e de outros personagens do contexto social, envolvendo os discentes num processo que conduz a resultados, conclusões ou compromisso com a prática, oferecendo um processo de auto-aprendizagem e co-responsabilidade e utilizando o jogo pedagógico com o princípio de construir o texto.
Presencia-se um momento muito importante no país, o da demanda por educação, que, ao crescer, faz com que sociedade e instituições, em uníssono, movimente-se no atendimento a essa urgência nacional. Essa é uma tarefa importante e é isso que se espera que o Brasil faça, pois é rico em materiais e idéias. É preciso pôr em prática todos os estudos e projetos para a modernização da educação. Para mudar a história e lograr conquistas, precisa-se ousar em cortar as cordas que impedem o próprio crescimento, exercitar a cidadania plena, aprender a usar o poder da visão crítica, entender o contexto desse mundo, ser o ator da própria história, cultivar o sentimento de solidariedade, lutar por uma sociedade mais justa e solidária e, acima de tudo, acreditar sempre no poder transformador da educação.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Os Quatro Pilares da Educação.
Os quatro pilares de uma educação para o século XXI e suas implicações na prática pedagógica
Zuleide Blanco Rodrigues*
O livro Educação: um Tesouro a Descobrir, sob a coordenação de Jacques Delors, aborda de forma bastante didática e com muita propriedade os quatro pilares de uma educação para o século XXI, associando-os e identificando-os com algumas máximas da Pedagogia prospectiva, e subsidia o trabalho de pessoas comprometidas a buscar uma educação de qualidade. Diz o texto na página 89: “À educação cabe fornecer, de algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bússola que permite navegar através dele”.
Segundo Delors, a prática pedagógica deve preocupar-se em desenvolver quatro aprendizagens fundamentais, que serão para cada indivíduo os pilares do conhecimento: aprender a conhecer indica o interesse, a abertura para o conhecimento, que verdadeiramente liberta da ignorância; aprender a fazer mostra a coragem de executar, de correr riscos, de errar mesmo na busca de acertar; aprender a conviver traz o desafio da convivência que apresenta o respeito a todos e o exercício de fraternidade como caminho do entendimento; e, finalmente, aprender a ser, que, talvez, seja o mais importante por explicitar o papel do cidadão e o objetivo de viver.
Os pilares são quatro, e os saberes e competências a se adquirir são apresentados, aparentemente, divididos. Essas quatro vias não podem, no entanto, dissociar-se por estarem imbricadas, constituindo interação com o fim único de uma formação holística do indivíduo.
Jacques Delors (1998) aponta como principal conseqüência da sociedade do conhecimento a necessidade de uma aprendizagem ao longo de toda vida, fundamentada em quatro pilares, que são, concomitantemente, do conhecimento e da formação continuada.
A seguir, é apresentada uma síntese dos quatro pilares para a educação no século XXI.
Aprender a conhecer – É necessário tornar prazeroso o ato de compreender, descobrir, construir e reconstruir o conhecimento para que não seja efêmero, para que se mantenha ao longo do tempo e para que valorize a curiosidade, a autonomia e a atenção permanentemente. É preciso também pensar o novo, reconstruir o velho e reinventar o pensar.
Aprender a fazer – Não basta preparar-se com cuidados para inserir-se no setor do trabalho. A rápida evolução por que passam as profissões pede que o indivíduo esteja apto a enfrentar novas situações de emprego e a trabalhar em equipe, desenvolvendo espírito cooperativo e de humildade na reelaboração conceitual e nas trocas, valores necessários ao trabalho coletivo. Ter iniciativa e intuição, gostar de uma certa dose de risco, saber comunicar-se e resolver conflitos e ser flexível. Aprender a fazer envolve uma série de técnicas a serem trabalhadas.
Aprender a conviver – No mundo atual, este é um importantíssimo aprendizado por ser valorizado quem aprende a viver com os outros, a compreendê-los, a desenvolver a percepção de interdependência, a administrar conflitos, a participar de projetos comuns, a ter prazer no esforço comum.
Aprender a ser – É importante desenvolver sensibilidade, sentido ético e estético, responsabilidade pessoal, pensamento autônomo e crítico, imaginação, criatividade, iniciativa e crescimento integral da pessoa em relação à inteligência. A aprendizagem precisa ser integral, não negligenciando nenhuma das potencialidades de cada indivíduo.
Com base nessa visão dos quatro pilares do conhecimento, pode-se prever grandes conseqüências na educação. O ensino-aprendizagem voltado apenas para a absorção de conhecimento e que tem sido objeto de preocupação constante de quem ensina deverá dar lugar ao ensinar a pensar, saber comunicar-se e pesquisar, ter raciocínio lógico, fazer sínteses e elaborações teóricas, ser independente e autônomo; enfim, ser socialmente competente.
Uma educação fundamentada nos quatro pilares acima elencados sugere alguns procedimentos didáticos que lhe seja condizente, como:
Relacionar o tema com a experiência do estudante e de outros personagens do contexto social;
Desenvolver a pedagogia da pergunta (Paulo Freire e Antonio Faundez, Por uma Pedagogia da Pergunta, Editora Paz e Terra, 1985);
Proporcionar uma relação dialógica com o estudante;
Envolver o estudante num processo que conduz a resultados, conclusões ou compromissos com a prática;
Oferecer um processo de auto-aprendizagem e co-responsabilidade no processo de aprendizagem;
Utilizar o jogo pedagógico com o princípio de construir o texto.
ConclusãoPresenciamos um momento muito importante em nosso país, o da demanda por educação, que, ao crescer, faz com que sociedade e instituições, em uníssono, movimentem-se no atendimento a essa urgência nacional. Essa é uma tarefa importante e é isso que se espera que o Brasil faça. Temos materiais e idéias. É preciso pôr em prática todos os estudos e projetos para a modernização da educação.Para mudar nossa história e lograr conquistas, precisamos ousar em cortar as cordas que impedem o próprio crescimento, exercitar a cidadania plena, aprender a usar o poder da visão crítica, entender o contexto desse mundo, ser o ator da própria história, cultivar o sentimento de solidariedade, lutar por uma sociedade mais justa e solidária e, acima de tudo, acreditar sempre no poder transformador da educação.
Abrimos as portas.

A equipe da turma de Historia da FTC ead- UP Brotas, nomeada carinhosamente como "galera da cozinha" abre apartir de hoje as portas do nosso blog, para que esse seja nosso canal de comunicação mais eficiente que o nosso famoso ava que nos deixa na mão quando precisamos (nada pessoal).
Esperamos que esse blog seja útil não só apenas para os companheiros da nossa equipe mas também para todos aqueles que desejarem compartilhar um pouco do seu conhecimento.
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